Você se pergunta porque os povos do mundo estâo em guerra em busca de seus direitos. Povos, raças, grupos de todos os matizes, todos estâo lutando com unhas e dentes por seus direitos.

Em 1964 um ministro norte americano, William Branham, chegou a uma conclusâo, na qual esta midia concorda: as cartas em apocalipse (2-3) às Igrejas da Ásia eram proféticas e se referiam a períodos de tempo pelo qual a igreja passaria e segundo o ministro, a ultima carta, a de Laodicéia, representaria esta era moderna na qual vivemos.

Quando vocês veem o povo nas ruas, manifestando-se, lembre-se - estamos vivendo a ultima era da igreja: Era de Laodiceia, que significa a Era dos Direitos dos Povos

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Russia Versus Israel

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Alfred Kinsey: Pai da pedofilia moderna XV

  O mundo abandonou a maior parte dos valores morais por serem, segundo muitos, ligados ao cristianismo. No lugar destes valores, escolheram a anarquia. Num regime anárquico, tudo é permitido. Mulheres abortam seus filhos, a homossexualidade é elevada acima da heterossexualidade, pedófilos conseguem abaixar cada vez mais a idade do consentimento sexual de crianças e adolescentes, para seu próprio prazer. Enfim, fazem de tudo para relegar ao lixo os valores morais bíblicos. Mas, curiosidade: num regime anárquico, os mesmos anarquistas que defendem o aborto, espumam de raiva quando veem um estuprador e assassino ser condenado á morte. E a quem se deve este estado anarquico que graça no mundo e principalmente nos EUA? O nome sobre todo nome imundo é Alfred Kinsey. Este canalha usou de um estratagema sujo para pautar a sociedade norte americana: pegou entrevistas com presos e concluiu que, por causa das taras de presidiários e prostitutas, toda a sociedade americana era hipócrita e devassa. Até hoje as conclusôes do "pai da pedofilia", Alfred Kinsey, pautam a sociedade Norte Americana e a sociedade global. O artigo abaixo ilustra isto. O que você vai ler no texto abaixo é o "LEGADO DE KINSEY"

 

 

Pastor é condenado por ajudar menina a escapar de “mãe” lésbica imposta pelo tribunal

Matthew Cullinan Hoffman
15 de agosto de 2012 (LifeSiteNews.com) — Kenneth L. Miller, um pastor menonita que ajudou uma menininha e sua mãe a fugirem dos Estados Unidos para escapar de uma “mãe” lésbica imposta pelo tribunal, foi condenado sob a acusação de “ajudar num sequestro parental”.
Um júri de Vermont deu ontem o veredicto depois de apenas quatro horas de deliberação. Ele está livre enquanto está aguardando a sentença, que pode trazer até três anos de prisão. Joshua M. Autry, advogado do pastor, diz que ele está considerando recorrer.
Lisa Miller e sua filha Isabella
Depois do veredicto, a lésbica Janet Jenkins entrou com uma ação civil contra o pastor pelo papel dele na fuga, que o pastor diz inclui acusações de extorsão e inclui “dez outras pessoas e organizações”.
A ex-lésbica Lisa Miller, que não tem parentesco com Kenneth Miller, fugiu dos EUA com a ajuda do pastor depois do fracasso dos esforços dela para impedir Jenkins de ter acesso a Isabella, filha de Lisa. Jenkins nunca adotou Isabella e não tem nenhum relacionamento biológico com a menina, que exibiu sinais de trauma emocional, de acordo com especialistas que a observaram, depois que o tribunal deu a Jenkins o direito de fazer visitas a força a menina.
Isabella foi concebida por inseminação artificial enquanto Jenkins e Lisa estavam numa união civil homossexual em Vermont. A união foi dissolvida em 2003. Depois do fim de seu relacionamento, Lisa voltou para a religião batista de sua infância e consequentemente renunciou a conduta homossexual. Ela tem criado Isabella com os mesmos valores.
Pr. Kenneth Miller com sua esposa e filhos
Numa carta a um apoiador atribuída a Kenneth Miller e postada no blog Turtle Bay and Beyond por Wendy Wright do Instituto Católico da Família e Direitos Humanos, o pastor responde ao veredicto com serenidade e determinação.
“E quanto a todas as orações vindas do mundo inteiro hoje que não foram respondidas? Ou será que elas foram respondidas? Irmão, digo sim, mil vezes SIM. Elas foram respondidas”, escreve o pastor. “Em primeiro lugar, eu e minha família estamos sentindo um sustento muito incrível de todas essas orações do mundo inteiro. Não consigo entender racionalmente, mas estamos felizes no meio de uma condenação e agora de um processo de ação civil”.
“Logo depois que o veredicto foi lido, enquanto estávamos sentados ali tentando assimilar tudo aquilo, Sara Starr [a advogada de Janet Jenkins], que Deus a abençoe (e estou falando sério), foi até o lugar onde eu estava e me entregou outro documento legal que me acusa junto com cerca de 10 outras pessoas e organizações de várias acusações de extorsão com relação ao desaparecimento de Isabella. Isso deveria ter acabado comigo, mas em vez disso senti uma calma e paz que a mente não consegue compreender. Neste exato momento, estou pronto para ir para a cama para uma boa noite de sono. E tenho a intenção de ter um bom sono mesmo”.
Os apoiadores do Pr. Kenneth Miller estão informando o público sobre o julgamento e levantando dinheiro para defendê-lo através do site Millercase.org.

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