Você se pergunta porque os povos do mundo estâo em guerra em busca de seus direitos. Povos, raças, grupos de todos os matizes, todos estâo lutando com unhas e dentes por seus direitos.

Em 1964 um ministro norte americano, William Branham, chegou a uma conclusâo, na qual esta midia concorda: as cartas em apocalipse (2-3) às Igrejas da Ásia eram proféticas e se referiam a períodos de tempo pelo qual a igreja passaria e segundo o ministro, a ultima carta, a de Laodicéia, representaria esta era moderna na qual vivemos.

Quando vocês veem o povo nas ruas, manifestando-se, lembre-se - estamos vivendo a ultima era da igreja: Era de Laodiceia, que significa a Era dos Direitos dos Povos

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Bandidos de toga, Suiá Missú e Raposa Serra do Sol

Por Eliel Santos

Se tem um país onde o judiciário é coisa de bandido e a toga, símbolo da magistratura, é vestimenta de bandido, é o Brasil.


Em Raposa Serra do Sol o STF (Supremo Tribunal Federal) teve a chance de advogar a causa brasileira contra os pilantras do CIMI e Survival International, mas os magistrados preferiram agradar aos bandidos dessas ongs estrangeiras. Foi uma ação de bandido, na maior cara de pau.

Por causa desta bandidagem do STF, indias hoje se prostituem em Boa Vista, capital de Roraima, depois de saírem da reserva em busca de trabalho. Indios e ex-produtores rurais da Raposa hoje dividem a mesma favela da capital, enquanto, para sobreviverem, os mesmos indios que expulsaram os produtores de sua reserva, sobrevivem agora às custas do lixão da cidade.

O que é isso? Resultado da bandidagem dos magistrados do STF, que consideram o fato de ocuparem uma vaga na elite do judiciário uma desculpa para suas açôes criminosas contra o Brasil e a favor de qualquer pilantra de ongues estrangeiras.

Em Suiá Missu, no Vale do Araguaia (MT), bandidos do Judiciário e da CNBB colocaram as Forças Armadas, a Policia Federal, a Policia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança para espancarem produtores rurais, tudo para que 200 indios desocupados vivam sua organização social machista e primitiva, e ainda recebam cestas básicas pagas com dinheiro do contribuinte brasileiro, este, achincalhado tanto pelos indios quanto pelos pilantras do judiciário, ongues e CNBB.

Para completar este quadro absurdo, produtores e ex-morados antes expulsos violentamente de suas casas de Suiá Missú, voltam agora novamente à area, colocando os indios da região em pé de guerra. Os indios se acham no direito de matar aqueles que consideram invasores, esquecendo eles que seus amigos pilantras da CNBB, Judiciário e PT montaram uma operação de guerra maior do que a montada para combater os traficantes do Rio, mas agora para espancar e achincalhar quem trabalha a terra para sustentar esta nação. Já que indio não trabalha e nem produz, vivendo as custas de cestas básicas fornecidas pela Funai, pelo menos eles deveriam respeitar quem trabalha no campo para produzir divisas para o país.

Outro absurdo é que no dia do Indio, um produtor rural de Douradina (Mato Grosso do Sul) foi espancado, flexado e esfaqueado por indios até a morte (Matéria completa no link) É claro que tal crime ficará impune, já que para os bandidos de toga, indio e bandido são inimputáveis. Só o povo que deve ser desarmado, para ficar à mercê da bandidagem.

Tudo isso prova que o Brasil está nas mãos de bandidos. E não estou falando de politicos, mas de padres, bispos, pastores da Universal e "Igreja Mundial do Poder do Santiago", procuradores, promotores, e juízes desocupados que vivem incentivando a bandidagem indigena  e dando apoio a todo tipo de pilantra ongueiro que infesta esta nação.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Primeira ordem de despejo é concluída em Suiá Missú e morador monta barraca à beira de rodovia


Escrito por Lucas Bólico e Renê Dióz - enviados especiais a Estrela do Araguaia (Posto da Mata) / Olhar Direto

Foto: José Medeiros / Olhar Direto
Primeira ordem de despejo é concluída em Suiá Missú e morador monta barraca à beira de rodovia

Neste momento Edilson Barbosa de Souza, 46, está alojado sob uma lona à beira da rodovia federal BR 080, num ponto a nordeste no território mato-grossense. Tem chovido forte nos últimos dias. Edilson foi o primeiro morador da área indígena Marãiwatsédé efetivamente despejado em operação comandada pela Força Nacional e Polícia Federal. Sem rumo, o famoso ‘Bigode’, como é conhecido entre os caminhoneiros, juntou tudo o que pôde e atravessou a rodovia, limite do território xavante, para se instalar ao lado de uma árvore.

Esta foi a terceira derrota consecutiva de Bigode em poucos meses. Ele teve a casa completamente incendiada acidentalmente, a caminhonete tombada e agora entra em desespero com a perda de sua terra de apenas um hectare. “Eu não era homem pra viver desse jeito. Eu tinha as coisas que acabou tudo. Eu acho que eu vou é morrer. Não aguento mais essa dor na cabeça, não durmo mais. Vou pegar um litro de pinga e vou beber até morrer. Eu nunca chorei uma pena dessa”.

Para desocupar seu único hectare, Bigode ganhou um prazo de 24h do oficial de justiça responsável por cumprir o despejo junto aos policiais. “Eles falaram que, se eu não saísse, iam me prender”, lembra. “Tenho 24 horas pra tirar minhas coisas e eu vou pra donde? Minhas coisas estão todas ali, eu vou ficar aqui mesmo moço [do outro lado da BR]”, completa já em sua nova moradia. Ele abriu uma clareira na mata, à margem da rodovia e montou seu barraco.]
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  Foto: José Medeiros / Olhar Direto


Antes do incêndio e do despejo, Bigode era comerciante. Possuía um restaurante que servia viajantes na abandonada 080, estrada cujo único destaque é o grande número de buracos. “Olha onde a Dilma [Rousseff] tá me pondo, cês tá vendo? Eu vou viver aqui até quando? Eu não tenho condições de arrumar outro lugar pra ficar”, lamenta.

A maior revolta do comerciante durante a abordagem da polícia e dos oficiais de justiça foi o fato de terem desconfiado que ele fosse traficante de drogas e de, segundo seu relato, terem-no chamado de bandido.

A mesma proporção do desespero e tristeza que se enxerga em Bigode é vista em forma de revolta nos olhos de sua vizinha, Maria Conceição Sales Cassiano, 32 anos, que além de despejada teve sua casa revistada pelos policiais em busca de armas.


  Foto: José Medeiros / Olhar Direto

Eles olharam banheiro, olharam quarto, olharam tudo e perguntaram por que eu não tirei minhas coisas ainda da fazenda e eu disse ‘como é que eu vou tirar minhas coisas da fazenda’”?, narra. A resposta, pelo que ela lembra, foi um sonoro ‘se vira’.

Agora, personagens como esses devem ser os primeiros a integrar a lista de despejados de Suiá Missú dentro dos parâmetros para entrarem no programa da reforma agrária, mas a péssima fama do Incra não leva nenhum dos dois a crer que haverá algum dia compensação em forma de terra por tudo que têm passado.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Barra do Garças une-se ao Vale do Araguaia contra picaretagem indigenista

"JUSTIÇA" brasileira é coisa de bandido. Peraí, deixa eu explicar melhor: bandidos travestidos de juizes, promotores e procuradores tratam bandido na maciota, mas trabalhador é tratado à bala em Suiá Missú. Veja o video e se espante com a vagabundagem de nossas autoridades judiciais:

Barra do Garças entra na guerra por Suiá Missú


Pontes serão fechadas em Barra do Garças às 15 horas desta quarta-feira







Pontes serão fechadas em Barra do Garças às 15 horas desta quarta-feira 



Escrito por Ronaldo Couto / Olhar Direto
  

Em Água Boa foi bloqueada a BR 158 às 15h00 de ontem 11.12

Terminou agora pouco uma reunião entre produtores e a direção do Sindicato Rural de Barra do Garças que confirmou a interdição das pontes Garças e Araguaia, na divisa de Mato Grosso e Goiás, às 15 horas desta quarta-feira (12). A classe ruralista barra-garcense decidiu aderir o movimento em solidariedade as sete mil famílias da gleba Suiá Missu, em Alto Boa Vista, que estão sendo despejadas desde o dia 10.

O presidente Rodrigo Ragiotto disse que o bloqueio será por duas horas, das 15 às 17 horas; e quinta-feira das 09 às 11 horas. “Nós queremos mostrar ao país, que a classe produtora de Mato Grosso é contra esse despejo e pede uma suspensão desta ação”, frisou. O sindicalista pediu a compreensão da população sobre o bloqueio das pontes e está divulgando o horário nas rádios e TVs para evitar mais transtornos.

Os produtores já fecharam a BR 158 em Ribeirão Cascalheira, Água Boa e Nova Xavantina. Segundo Ragiotto, exista uma mobilização para as rodovias também sejam bloqueadas em Primavera do Leste e Rondonópolis ainda hoje.

Em Brasília, o vice-presidente da República, Michel Temer, ficou de conversar com a presidente Dilma sobre o assunto hoje e buscar uma saída para o impasse. Na gleba Suiá, os despejos persistem nas pequenas propriedades.

A área de 160 mil hectares ocupada há trinta anos pelos produtores rurais foi considerada reserva indígena e a Justiça Federal decidiu pela desocupação da área. A Força Nacional e o Exército estão com 200 homens cumprindo o despejo desde segunda-feira.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Suiá Missú: moradores peitam o exército em Posto da Mata

Video no G1

O Vale do Araguaia vive momento histórico: o povo resolveu dizer não aos desmandos do indigenismo picareta do CIMI e Survival International.

 Na localidade do Posto da Mata, próximo a São Felix do Araguaia, moradores e produtores protagonizaram uma cena histórica: peitaram o exercito brasileiro, cujos soldados estavam "armados até os dentes".

A atitude dos moradores do Posto da Mata surtiu efeito. Por todo o Vale do Araguaia a população se mobiliza contra as forças da picaretagem indigenista. A cidade de Água Boa, importante centro comercial de Mato Grosso e do Vale do Araguaia entrou na luta. Rodovias estão sendo fechadas (Saiba mais AQUI).

Suiá Missú entra para a história ao transformar o Vale do Araguaia no cenário nacional da luta contra as forças do atraso, das trevas. É no Vale do Araguaia que os picaretas do CIMI e Survival international encontrarão sua maior resistência, pois o povo daqui está acostumado com a luta contra os poderosos.
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